Liderança Ética

January 17th, 2012

Recentemente listamos algumas características de um grande líder, apresentando-as como complementares e construídas ao longo da história de vida de cada um. A partir de agora, abordaremos cada uma delas com mais profundidade em textos distintos cuja composição possibilitará uma perspectiva mais abrangente do que significa ser líder hoje.

Se o senso comum alega que “quem é bom já nasce pronto”, leituras mais críticas e consistentes da realidade apontam para outra direção: quem é bom em algo batalhou muito para atingir esse nível de competência. A própria trajetória de vida nos indica que, antes de desempenharmos com competência qualquer tarefa, seja dominar uma habilidade motora, expressar-se com fluência em um segundo idioma ou liderar pessoas, consideráveis doses de esforço e tenacidade se fizeram necessárias.

Thomas Edison e Albert Einstein já diziam que a genialidade e o sucesso eram fruto de pouca inspiração e muita transpiração (respectivamente 1% e 99% para Edison, e 10% e 90% para Einstein).

Quando pensamos na liderança, a idéia que defendemos acima torna-se desafiadora porque um verdadeiro líder se constituirá gradativamente, a começar pela 1ª de suas características, a autoridade ética.

A ética, ao contrário da moral que se configura como um código de regras prontas a ser cumprido sem questionamento, é um conjunto de regras de comportamento que precisa ser acordado pelos diferentes grupos sociais em função de suas particularidades, incluindo-se visão de mundo, experiências anteriores, desafios, necessidades etc. Por conta disso faz sentido falarmos em ética profissional e ética médica, entre outros exemplos possíveis, pois tais grupos decidem permanentemente o que será considerado ético e anti-ético nos comportamentos de seus respectivos membros.

Um líder precisa ter autoridade ética, lidando com diferentes grupos sociais (colaboradores, parceiros, clientes) e suas inúmeras particularidades, dialogando com seus referenciais éticos sem perder de vista os seus próprios referenciais. Essa busca de consensos respeitosos e benéficos para todos (indivíduos, grupos e sociedade), exatamente como os gregos antigos faziam em suas praças com navegadores estrangeiros com quem mantinham relações mercantis, dando origem ao que muitos séculos depois chamaríamos de ética, é tarefa árdua em sociedade tão complexa como a nossa.

Um líder com autoridade ética precisa honrar sua palavra cumprindo o que promete, conseguir colocar-se no lugar do outro para entender sua posição e respeitá-lo, tomar decisões com base nos interesses coletivos, ter argumentos consistentes mas estar aberto a diferentes pontos de vista, manter-se sereno mesmo diante de comportamentos tão inusitados que poderiam ser considerados anti-éticos conforme sua própria definição de ética, acreditar que é possível chegar a consensos e desacreditar no “levar vantagem em tudo” da chamada lei de Gerson.

Conforme dizíamos no início, ninguém nasce com todas essas competências, mas as desenvolve ao longo da vida.
O processo de construção da autoridade ética não tem hora marcada para começar ou acabar, devendo ser vivido e exercitado rotineiramente.

Que possamos exercitar as competências importantes para o aprimoramento de nossa capacidade de liderança, construindo consensos respeitosos e benéficos para todos.

Poesia da Solidão – Hilda Lucas

December 2nd, 2011

Que me desculpem os desesperados, mas solidão é fundamental para viver.

Sem ela …não me ouço, não ouso, não me fortaleço.

Sem ela me diluo, me disperso, me espelho nos outros, me esqueço.

… Não penso solto, não mato dragões, não acalanto a criança apavorada em mim, não aquieto meus pavores, meu  medo de ser só.

Sem ela sairei por aí, com olhos inquietos, caçando afeto, aceitando migalhas, confundindo estar cercada por pessoas com ter amigos.

Sem ela me manterei aturdida, ocupada, agendada, só para driblar o tempo e não ter que me fazer companhia.

Sem ela trairei meus desejos, rirei sem achar graça, endossarei idéias tolas só para não ter que me recolher e ouvir meus lamentos, meus sonhos adiados, meus dentes rangendo.

Sem ela, e não por causa dela, trocarei beijos tristes e acordarei vazia em leitos áridos.

Sem ela sairei de casa todos os dias e me afastarei de mim, me desconhecerei, me perderei.

Solidão é o lugar onde encontro a mim mesma, de onde observo um jardim secreto e por onde acesso o templo em mim.

Medo? Sim. Até entender que o monstro mora lá fora e o herói mora aqui dentro.

Encarar a solidão é coisa do herói em nós.

Transformá-la em quietude é coisa do sábio que podemos ser.

Num mundo superlotado, onde tudo é efêmero, voraz e veloz, a solidão pode ser oásis e não deserto.

Num mundo tão estressado, imediatista, insatisfeito, a solidão pode ser resgate e não desacerto.

Num mundo tão leviano, vulgar, que julga pelas aparências e endeusa espertalhões, turbinados, bossais, a solidão pode ser proteção e não contágio.

Num mundo obcecado por juventude, sucesso, consumo, a solidão pode ser liberdade e não fracasso.

Solidão é exercício, visitação.

É pausa, contemplação, observação.

É inspiração, conhecimento.

É pouso e também vôo.

É quando a gente inventa um tempo e um lugar para cuidar da alma, da memória, dos sonhos;

quando a gente se retira da multidão e se faz companhia.

Preciso estar em mim para estar com outros.

Ninguém quer ser solitário, solto, desgarrado.

Desde que o homem é homem, ou ainda macaco, buscamos não ficar sozinhos.

Alimentação e Atividade Física: questões para mudança de comportamento

September 27th, 2011

Não é novidade para ninguém que a alimentação e a atividade física têm impacto significativo na nossa saúde. Vemos hoje bastante disseminado nos meios de comunicação que manter uma alimentação saudável e praticar atividade física regular é bom para prevenir hipertensão, doenças cardíacas, diabetes, obesidade, altos índices de colesterol e glicemia, úlcera, estresse, insônia, mau humor, dores nas costas… Enfim, todos nós sabemos disso! Porém, por que nem todo mundo realmente o faz?

Porque somente saber, ou seja, ter consciência que é importante e faz bem, não é suficiente para gerar mudança de hábito ou comportamento. A CONSCIENTIZAÇÃO representa somente 5% do processo de mudança. Os outros 95% estão distribuídos em MOTIVAÇÃO (30%), HABILIDADE (25%) E OPORTUNIDADE (40%).

(Fonte: Face of Wellnes, Micheal O´Donnell, AJHP, 2008)

Exemplo na alimentação:

Conscientização: Eu sei que preciso comer salada na hora do almoço;

Motivação: Eu quero emagrecer para entrar naquela roupa que já não me serve mais. Ou, eu quero obter resultados melhores no próximo exame de sangue para ganhar longevidade;

Habilidade: Eu sei como montar um prato de salada. Quais alimentos colocar e qual a quantidade ideal para mim;

Oportunidade: Eu vou a restaurantes que oferecem esse tipo de comida. Ou, levo para o trabalho alimentos que considero adequados para uma refeição ou intervalo saudável.

Exemplo na atividade física:

Conscientização: Eu sei que preciso praticar atividade física;

Motivação: Eu quero ter mais força e resistência muscular para brincar com meus filhos sem ficar muito cansado. Ou, eu quero começar a correr para participar de provas junto com meus colegas/familiares;

Habilidade: Eu sei como realizar os exercícios para atingir meu objetivo. Ou, eu sei qual o tipo, a freqüência e a intensidade dos exercícios aeróbicos e musculares que vou fazer;

Oportunidade: Matriculei-me em uma academia perto da minha casa. Ou, comprei um tênis e vou começar a caminhar no meu bairro. Ou, vou fazer a atividade que a empresa oferece.

Esses exemplos são somente para ilustrar como a pirâmide funciona. É claro que cada um vai ter a sua própria motivação, construir suas habilidades e encontrar as oportunidades disponíveis. É possível mudar o comportamento em direção ao bem estar e a uma melhor qualidade de vida. Basta estar atento a esses quatro fatores e fazer com que a alimentação saudável e a atividade física se tornem mais um hábito, assim como tomar banho e escovar os dentes. Lembre-se: a qualidade da sua vida está na vida que você leva!

Escrito por Livia Cruz

Conflitos

July 7th, 2011

Vivemos sempre em conflito, seja internamente ou com outras pessoas. Parece uma condição inerente ao ser humano, uma
permanente dualidade de posições expressando vontades e/ou necessidades contraditórias.

Há conflitos internos, aqueles que surgem quase por conta própria. Podemos chamá-los de intrapessoais. Para estes, basta estarmos sós para querermos companhia. Quando a encontramos, geralmente cansamos logo e passamos a desejar um pouco de sossego. Se estamos fazendo muitas coisas, queremos folga. Se a folga surge, não pode perdurar porque logo nos inquietamos
e queremos alguma ação.

A psicologia busca explicá-los, o que quer dizer que busca explicar uma forma peculiar da espécie humana. Penso que o mestre Leonardo Boff acertou no alvo ao dizer que somos seres desejantes. O problema é que desejamos coisas diferentes, às vezes ao mesmo tempo, o que nos conduz ao conflito interno.

Há, claro, conflitos com outras pessoas, próximas e íntimas ou distantes e desconhecidas. Podemos chamá-los de interpessoais. Nos dias atuais, com tudo tão corrido e agitado, tais conflitos parecem surgir como mágica, a cada esquina.

O espaço do trabalho, da família e dos deslocamentos no trânsito são campos férteis para conflitos interpessoais, provavelmente porque são contextos em que passamos boa parte de nosso tempo – o que significa quantidade de oportunidades de conflitos, e em que vivemos experiências importantes em nossa cultura – o que significa qualidade nas oportunidades de conflitos.

Aqui interessa-nos o conflito com outras pessoas, em especial no contexto do trabalho. Como surge um conflito, e como
lidamos com ele? A 1ª pergunta é mais simples: conflitos surgem quando duas pessoas querem a mesma coisa e estão em posição com baixa ou nenhuma margem de negociação. É um desentendimento em estágio avançado.

Importante destacar que um desentendimento inicia-se quando duas pessoas identificam diferenças entre elas em certa questão na qual estão envolvidas. O passo seguinte do desentendimento é o começo de uma disputa, na qual as duas partes negociarão procurando satisfazer sua própria vontade.

Enquanto estiverem no campo da disputa, as pessoas manterão a negociação, com todos os elementos típicos de uma relação
humana, incluindo manifestações de poder e aspectos emocionais. Mas no momento em que abandonarem as negociações iniciarão um conflito, isto é, partirão para posições de antagonismo assumido, sem manifestação de interesse pelo diálogo. O perigo do conflito é que trata-se do último estágio do desentendimento antes do começo das manifestações de violência, tanto física quanto moral.

A 2ª pergunta, sobre como lidamos com conflitos, demanda um pouco mais de reflexão. Há formas distintas de lidar com eles, destacando-se o uso da força, a dimensão judicial e a busca de consenso pela mediação. O uso da força, inclusive dentro das
organizações, está ligado a um paradigma que se enfraquece a cada dia, mas ainda operante em muitos momentos. Segundo esta visão de mundo, a frase de ordem é “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Portanto, nestas situações quem determina as regras do jogo, isto é, quem dá a palavra final é aquele que pode mais, que tem mais poder. Sem sombra de dúvida, não é a melhor alternativa para um século que se abre para relações baseadas no equilíbrio, no respeito mútuo e na ética.

A dimensão judicial é conhecida, e nós todos sabemos que precisa aprimorar-se, principalmente em sociedades em desenvolvimento, como a brasileira. Finalmente, a busca do consenso cresce como uma alternativa real, mais alinhada ao século XXI e suas características citadas acima. Mas precisamos conhecê-la melhor, e dominar algumas ferramentas para
colocá-la em prática.

Falaremos mais sobre isso no próximo texto!

Amanhã não se sabe

March 22nd, 2011

Esta letra dos Titãs resume muitas das inquietações que temos vivido, tanto em nosso próprio cotidiano quanto com pessoas com quem desenvolvemos programas de educação corporativa.

Amanhã não se sabe
Como as folhas, com o vento
Até onde vai dar o firmamento
Toda hora enquanto é tempo
Vivo aqui neste momento
Hoje aqui, amanhã não se sabe
Vivo agora antes que o dia acabe
Neste instante, nunca é tarde
Mal começou e eu já estou com saudade
Me abraça, me aceitaaaa
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beijaaaaa
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Como as ondas com a maré
Até onde não vai dar mais pé
Este instante tal qual é
Vivo aqui e seja o que Deus quiser
Hoje aqui não importa pra onde vamos
Vivo agora, não tenho outros planos
É tão fácil viver sonhando
Enquanto isso a vida vai passando
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Me abraça, me aceita
Me aceita assim meu amor
Me abraça, me beija
Me aceita assim como eu sou
Me deixa ser o que for
Titãs

Fotos do World Bike Tour SP 2011

February 10th, 2011

Como prometido, postamos as fotos tiradas durante o passeio ciclístico realizado no aniversário de São Paulo, dia 25/01/2011. Ter pedalado com outras 7000 pessoas pela Avenida Marginal do Rio Pinheiros, desde a Ponte Estaiada até a Cidade Universitária (USP) foi incrível.

Foram aproximados 10 KM em um dia quente, de sol forte, que iniciou-se quando estacionamos dentro da USP (nas proximidades da Escola de Educação Física e Esportes), local onde se encerraria o passeio. Dali caminhamos uns 10 minutos até a estação Cidade Universitária da CPTM. Já percebemos que havia centenas de pessoas com a mesma ideia, e quando embarcamos o trem tinha outros colegas devidamente trajados: camiseta do passeio, número de peito e capacete.

Ao descermos na estação Berrini, mais uns minutos de caminhada até o acesso à Ponte Estaiada, passando pelo posto de controle.

Na Ponte, bastava escolher uma bike e se posicionar na alça correspondente à sua cor de inscrição (vermelho, azul, verde ou amarelo).

Do alto da ponte o visual é sensacional!!!

Pudemos tirar fotos à vontade porque ali permanecemos quase 1 hora, tempo suficiente para verificar regulagens da bike, fotografar, conversar… valeu a pena ter chegado cedo!!!

Faz pensar nas possibilidades que esta cidade possui e desconhece, no lado sustentável do transporte público e no impacto em termos de saúde e qualidade de vida, incluindo aqui o exercício da cidadania expresso na ocupação das grandes avenidas e entornos.

Parabéns à organização e aos participantes!!! Até o WBT SP 2012!!!

Ciclismo em Sampa – World Bike Tour SP

February 10th, 2011

A Ecos esteve presente no World Bike Tour São Paulo! Experiência fantástica pedalar em plena Avenida Marginal do Rio Pinheiros, da ponte Estaiada até a Cidade Universitária (USP), em trajeto de cerca de 10 KM. As 7000 pessoas que participaram jamais esquecerão deste dia!

Caminhada e Qualidade de Vida

September 10th, 2010

O 3º texto da série sobre caminhada e qualidade de vida abordará a cidade de São Vicente, no litoral paulista. É considerada a primeira cidade brasileira pois em 22 de agosto de 1532 Martim Afonso de Souza, exatos 6 meses após ter aportado sua esquadra, realizava eleições para a Câmara de Vereadores, completando a instalação do núcleo básico da administração portuguesa com o pelourinho, a cadeia e a Igreja.

São Vicente dá nome à ilha que compartilha com Santos, e assim como falamos da possibilidade de caminhar junto aos jardins da orla santista, falaremos dos calçadões de duas famosas praias de São Vicente: Gonzaguinha e Itararé.

A praia do Itararé é maior, com quase 2,5 Km de extensão, e além de quiosques e playground, apresenta um teleférico que transporta os turistas até o topo do Morro do Itararé, local em que ocorrem os saltos de asa delta, com magnífica vista. Os pousos acontecem em local reservado para tal finalidade na própria praia do Itararé. Ou seja, além de caminhar em local agradável junto ao mar e investir em sua qualidade de vida, você ainda pode acompanhar pousos dos praticantes de vôo livre enquanto toma uma água de coco.

Na praia do Gonzaguinha o espaço é menor, com cerca de 800 metros. Mas o ambiente também é agradável, com quiosques, bancos e o píer de onde partem passeios de escuna. Uma ciclovia está em fase final de instalação, o que permitirá que a caminhada seja acompanhada de uma boa pedalada, com segurança e belíssima vista.

 São duas ótimas opções para caminhar junto à praia, exercitando-se com a família e os amigos. Não perca!

Para saber mais sobre São Vicente:

http://www.saovicente.sp.gov.br/conheca/pontosturisticos.asp

Liderança: líder nasce pronto?

August 19th, 2010

A pergunta da abertura do texto costuma ser feita com enorme frequência. Sempre a ouvimos, e muitos acreditam nisso. Há um senso comum bastante enraizado em nossa cultura ditando que líderes se parecem com heróis de histórias em quadrinhos, ungidos desde o nascimento com poderes extraordinários.

No cinema, na TV, na literatura e, mais recentemente, nos games eletrônicos, enredos sobre líderes costumam mostrá-los como seres incríveis, quase imbatíveis, sobre humanos. Será que tudo isso seria verdade?

Definitivamente, não!

Líderes são, sem dúvida, pessoas com algo a mais, diferenciados e com qualidades específicas. Mas tais características são fruto de construções ao longo do tempo, iniciando-se nas experiências escolares e universitárias, nas atividades recreativas, desportivas, religiosas e culturais vividas durante a infância e juventude, passando pelas interações familiares e sociais, e culminando com o desenvolvimento da carreira.

Este percurso, cuja duração é infinita, possibilita que líderes sejam como os bons vinhos: quanto mais maduros, melhores. Tornam-se ainda mais consistentes, preparados, completos.

Adotamos um referencial para liderança que destaca 5 aspectos complementares, denominados de autoridade ética, intelectual, comercial, comunicacional e empreendedora. Nos próximos textos abordaremos todos estes tópicos. Acompanhe!

Caminhada e Qualidade de Vida II

August 12th, 2010

Temos escrito sobre a caminhada como uma importante forma de combater o sedentarismo e melhorar a qualidade de vida. Em nosso texto anterior falamos de Santos e da possibilidade de caminhar nos jardins da orla da praia.

O roteiro de hoje é em Campos do Jordão, esta linda cidade distante cerca de 180 km de São Paulo. As opções são variadas, incluindo o passeio que acompanha os trilhos do bondinho, as ruas do bairro de Capivari, e as trilhas do Horto Florestal, entre outras.

É justamente do Horto que desejamos falar. Vale a pena chegar por lá com o dia começando, caminhar em alguma de suas várias trilhas e aproveitar toda a exuberante natureza do lugar. As trilhas apresentam níveis diversificados de dificuldade: há opções tranqüilas como a Trilha da Cachoeira do Galharada até opções mais desafiadoras, como a Trilha da Cachoeira Celestina, cuja caminhada dura cerca de 5 horas e necessita de guia local.

O Horto tem infra estrutura organizada, com sanitários, lanchonete, lojas de doces e artesanato, passeio de trenzinho, viveiros, orquidário, lago com carpas… enfim, oferece um leque completo de atrativos para toda família.

Mas lembre-se: em Campos do Jordão as temperaturas são baixas e a caminhada precisa ser feita com tênis adequado e agasalho. Mantenha-se aquecido antes, durante e depois da caminhada, evitando resfriar-se. Bom passeio!

 Para saber mais sobre Campos do Jordão: http://www.camposdojordao.sp.gov.br/